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Texto: Luto pela Vida


 

Jornadas NR

 


Aulas do 1º semestre de 2022

 


Revista Literatura e Sociedade - nº 34

Revista Literatura e Sociedade nº 34

http://www.revistas.usp.br/ls

https://www.revistas.usp.br/ls/issue/view/12240

"Na sala de aula" centra seu interesse na leituras de poemas, tendo como público-alvo, mas não apenas, os alunos de Introdução aos Estudos Literários (IEL 1), visando cobrir algumas lacunas deixadas pelas aulas remotas neste duro período em que se propagou

violentamente a pandemia da Covid 19, tirando todos das aulas presenciais. O número está dividido em cinco partes: 1. Abertura. Aula, reprodução de manuscrito, depoimento e texto-homenagem; 2. Leitura de poemas: variedades; 3. Drummond em foco: múltiplas leituras; 4. Literatura contemporânea  visadas analíticas. Pensando a sala de aula e lembrando a grande perda que tivemos em 31 de dezembro de 2020, com o falecimento do nosso querido colega Professor Doutor Eduardo Vieira Martins, a quem este número, dedicado à análise de poemas na sala de aula, rende homenagem.

Textos de Eduardo Vieira Martins, Mirhiane Mendes de Abreu, Wilton José Marques, Maria Augusta Fonseca, Homero Vizeu Araújo, Viviana Bosi, Fábio de Souza Andrade, Betina Bischof, Edu Teruki Otsuka, Ivone Daré Rabello, Julio Augusto Xavier Galharte, Sérgio Alcides, Marcos Piason Natali, Diana Junkes e a tradução de "Métrica e Liberdade" de Franco Fortini, por Anderson Gonçalves. 

Assinam o editorial Ana Paula Pacheco, Anderson Gonçalves e Maria Augusta Fonseca.

 


Programa das disciplinas optativas

1º semestre de 2022

 


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Está no ar o número comemorativo "60 anos da Área TLLC | 30 anos do DTLLC" da revista Literatura e Sociedade

http://www.revistas.usp.br/ls

https://www.revistas.usp.br/ls/issue/view/12092

Revista Literatura e Sociedade - nº 33

Em 2021, a revista Literatura e Sociedade lança uma edição especial, dedicada à formação da Área de Teoria Literária e Literatura Comparada, para celebrar seus 60 anos, através de uma compilação de depoimentos e documentos.

Com exceção feita à professora Sandra Nitrini, que elaborou um histórico do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada, os demais colaboradores

pertenceram ao primeiro núcleo de professores de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP, a maioria instalada no Prédio da Rua Maria Antônia. Em Depoimentos, além de Nitrini, Adelia Bezerra de Meneses, João Alexandre Barbosa, Ligia Chiappini Moraes Leite e Teresa Pires Vara.

Constam também os Memoriais Acadêmicos dos professores Antonio Candido, João Alexandre Barbosa, João Luiz Lafetá e Davi Arrigucci Jr., além do Memorial de Roberto Schwarz, professor que no início de sua carreira atuou na Área. Há ainda os discursos de agradecimento pelo título de Professor Emérito recebido por dois docentes do Departamento, Walnice Nogueira Galvão, Davi Arrigucci Jr. e por seu fundador.

Em Entrevistas, vários dos professores mencionados dão seu depoimento memorialístico na forma de diálogo geralmente com alunos, o que no conjunto forma um grande quadro das linhas de força e atuação na história do Departamento, entrevistas nas quais comparecem também dois colegas da Área de Russo – Boris Schnaiderman e Aurora Fornoni Bernardini.

Na variada reunião de textos aqui apresentados – como uma carta-documento enviada por Antonio Candido a João Alexandre Barbosa, contando da criação da Área –, encontra-se também um texto elaborado pelo professor João Luiz Lafetá abordando modificações no programa de Mestrado no Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada. Além desse, alguns documentos oficiais como o Pedido de Formação do DTLLC, assinado pela professora Walnice Nogueira Galvão, os Pareceres dos professores Celso de Rui Beisiegel e Jobson de Andrade Arruda e finalmente a Resolução e a Portaria que deram existência formal ao Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada.

 

    

Crédito da Imagem: Madalena Schwartz

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"A função da literatura está ligada à complexidade de sua natureza, que explica inclusive o seu papel contraditório mas humanizador (talvez humanizador porque contraditório). Analisando-a, podemos distinguir pelo menos três faces: ela é uma construção de objetos autônomos como estrutura e significado; ela é uma forma de expressão, isto é, manifesta emoções e a visão de mundo dos indivíduos e dos grupos; ela é uma forma de conhecimento, inclusive como incorporação difusa e inconsciente. (...)  Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável."

Antonio Candido, "O direito à literatura"